Se o ato de falar de amor é um bálsamo para o coração, então afirmo que não sinto dores de amor porque, mesmo sem estar junto daquele que penso ser a minha Alma Gêmea, sou plenamente apaixonada pela vida.
Quão belo é apreciar a faceta formosa de uma exuberante e espetacular natureza!
Eu vejo o amor em cada ato
de sensibilidade, seja ele direcionado a qualquer criatura ou coisa. Vejo o
amor até mesmo no apreciar de uma linda flor. Tudo é uma questão de olhar com
uma visão purificada e sem a mácula estagnadora da superficialidade.
Eu quero o amor acima de
tudo em minha vida. Quero uma emoção aconchegante, equilibrando em mim os meus
sentimentos.
Vivo! E, portanto, faço do
meu viver a maior de todas as aventuras, já que a própria vida é realmente uma
deliciosa aventura. Desejo o sol do amor todos os dias de minha vida, e desejo
o tempero do amor em todos os segundos de minha permanência neste ato.
Pretensiosa? Pode até ser!
Amar... Amar... Seria pretensão optar pelo amor como um refúgio de minhas
recaídas sentimentais?! Acredito que não! Eu creio que o próprio amor pode
curar a dor provocada pelos sentimentos equivocados que, por desventura, eu
possa vir a vivê-los.
E é claro, muito claro para mim, que, se um sentimento de amor equivocado vier a provocar em mim alguma atitude inexplicável, irracional e sentimento sufocante, e ainda me atirar para bem distante de minha realidade, com toda a certeza eu não me darei por vencida. Não! Porque eu acredito que somente terei perdido, se eu me considerar uma perdedora, e isso eu jamais eu aceitarei, e jamais serei! Pois, se o meu coração é um canteiro muito bem preparado para receber sementes de todas as espécies, é claro que terei outras sementes para plantar em minhas reservas emocionais. Reservas estas, que habitualmente as rego com grandes e poderosos fluidos de bons sentimentos. Reservas que eu jamais deixarei de lado por uma única espécie de acalanto. O meu ser vale mais do que qualquer ser vivendo em um falso apogeu.
E é claro, muito claro para mim, que, se um sentimento de amor equivocado vier a provocar em mim alguma atitude inexplicável, irracional e sentimento sufocante, e ainda me atirar para bem distante de minha realidade, com toda a certeza eu não me darei por vencida. Não! Porque eu acredito que somente terei perdido, se eu me considerar uma perdedora, e isso eu jamais eu aceitarei, e jamais serei! Pois, se o meu coração é um canteiro muito bem preparado para receber sementes de todas as espécies, é claro que terei outras sementes para plantar em minhas reservas emocionais. Reservas estas, que habitualmente as rego com grandes e poderosos fluidos de bons sentimentos. Reservas que eu jamais deixarei de lado por uma única espécie de acalanto. O meu ser vale mais do que qualquer ser vivendo em um falso apogeu.
Amo tudo que é belo! Isso não me fará ingrata e inconstante, porque inconstante e inseguro é aquele que depõe todas as suas emoções em um único estado de sentimento.

Tudo foi feito para o amor. Até mesmo as brutalizas esfinges. Ao ligeiro olhar de um observador cauteloso, logo este se aperceberá que até em corações de pedra, também existe terreno preparado para o amor.
O amor é simplesmente o combustível que fará a grande bola de Terra não parar de girar. É preciso abastecer os motores da Terra com o amor a todo o momento, para que em algum dia não sejamos atirados para o nada, porque o nada é realmente assustador. É inexistente.
Saibamos que o amor deve
ser regado todos os dias. Assim como uma planta que devemos estar sempre atento
para que ela cresça robusta e saudável, o amor também deve receber os cuidados
devidos para continuar belo e saudável em nossos corações. Posso amar tudo!
Sim, eu posso! Desde a mais pequenina flor, até mesmo a mais dura estátua
humana que vier a cruzar os meus caminhos e fazer parte de minha convivência.
Sou eu que adubo do terreno do meu coração pro meu amor crescer. Eu mesma e
mais ninguém.
Se em algum momento eu me
apaixonar pela mais alta e bela montanha que por ventura vier a encantar os
meus olhos, e não for capaz de conquista-la com a singeleza do meu
amor, eu então amarei a menor e a conquistarei, já que a menor terá mais
capacidade de aceitar o meu amor que para mim, é maior do que qualquer
montanha.

Considero ainda todas as
formas de demonstração de amor. Mesmo que sejam demonstrações provocadas por
insatisfação do próprio ser consigo mesmo, com seu modo vida, pois muitas
criaturas quando estão em fustigação e melancolia em seus interiores
ressecados, podem realmente dar sinais de carinho a outrem. Assim sentem com se
estivessem demonstrando afetos a si mesmos, amando a si mesmos.
É por um estado maior de
leveza que eu sempre amarei com exata prontidão de aceitação, porque amar é
isso, é aceitar as pessoas, coisas e criaturas com elas são, e não como as
idealizamos. Aceitá-las sem a obrigação de mudar seus modos de viver e seu
jeito natural de ser. Se fores idealizar a forma e o afeiçoado perfeito para
lhes dar este mais puro sentimento, é porque ainda não aprendestes a amar com o
coração.
Quem considera que
o amor recebido de outro ser deve ser exclusivo para si, não dispõe também da
essência pura para doar. Está em seu íntimo tão grande egoísmo, que seria
impossível a felicidade se tornar adubo no terreno de seu coração. E é fato
que, se o terreno não receber boa preparação, não poderá fazer germinar as
sementes dos bons sentimentos e nem mesmo florescerão, pois as flores dos
sentimentos precisam de cuidados constantes para não ressecar nem se tornarem
feias, sem nenhuma beleza.

Queria eu poder ter um
coração maior do que possuo! Plantaria muito mais sementes de bons sentimentos
dentro dele, somente para contemplar lindas e perfumadas flores em meu jardim
de emoções. Distribuiria a todas as criaturas pequenas mudinhas desta
preciosidade, para que a minha semente se multiplicasse entre todos quantos
fossem participantes de minha convivência.
Amem! E não importa o
quanto. Pode ser que este amor dure apenas alguns segundos, meses, anos, ou até
mesmo a própria eternidade! O mais importante é saber amar.
Rozilda Euzebio Costa
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